Estudantes
da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), do Centro
Regional de Ensino Superior do Seridó (CERES), juntamente com o
Laboratório Internacional de Movimentos Sociais e Educação Popular
(Lampear), estão realizando um projeto lúdico-cultural com a
finalidade de tornar o espaço universitário, também um local de
manifestação das diversas formas de arte. “Atualmente,
algumas alunas e alunos do CERES estão organizando saraus de arte e
cultura e, dessa maneira, procurando iluminar nossa universidade com
o brilho de inspirações de vida. Estas iniciativas não são apenas
louváveis sob o prisma de novos olhares sobre o conhecimento, mas
imprescindíveis para os que almejam exercitar a própria arte
de viver.
Acredito que enquanto a maioria da comunidade acadêmica continua
adormecida nas pulsões sombrias de morte - dinamizadas pela cultura
de massa medíocre - existem grupos despertos para o amor, para a
liberdade e para a emancipação social através da auto-organização
da cultura popular”, explicou o professor e coordenador do Lampear,
Fernando Bomfim.
A
iniciativa do Lampear em realizar espaços de cultura e
confraternização entre a comunidade acadêmica, foi recepcionada
pelos alunos do curso de Direito de Caicó, que fizeram brotar o
projeto “Os lírios não nascem da lei”. O intuito do grupo é
desconstruir a imagem de que os acadêmicos de Direito só se
interessam pela letra fria da lei. “A
justiça não pode ser mecanizada, a ponto de um jurista apenas se
ater a aplicar a Lei.
O profissional do Direito é aquele que luta para a concretização da justiça, de forma a solucionar os problemas da sociedade, sem olvidar situações únicas do indivíduo.
A poesia, assim como a justiça não generaliza, não discrimina.
Então " Os lírios" buscam na poesia, a sensibilidade necessária para se fazer justiça”, afirmou a estudante de Direito Marcela Cavalcante. Opinião compartilhada também por Kattarine Lucena, aluna de Direito. “O projeto dos lírios é uma alternativa à letra fria da lei e, sobretudo, uma tentativa de incentivar a cultura no nosso espaço acadêmico”, pontuou.
O profissional do Direito é aquele que luta para a concretização da justiça, de forma a solucionar os problemas da sociedade, sem olvidar situações únicas do indivíduo.
A poesia, assim como a justiça não generaliza, não discrimina.
Então " Os lírios" buscam na poesia, a sensibilidade necessária para se fazer justiça”, afirmou a estudante de Direito Marcela Cavalcante. Opinião compartilhada também por Kattarine Lucena, aluna de Direito. “O projeto dos lírios é uma alternativa à letra fria da lei e, sobretudo, uma tentativa de incentivar a cultura no nosso espaço acadêmico”, pontuou.
Evento
teve
participação de trovadora da Academia de Trovas do RN
O
sarau do projeto idealizado pelos alunos de Direito, intitulado “Os
lírios não nascem da lei”, conjuntamente com o sarau do Lampear
ocorrem semanalmente na própria universidade, reunindo música,
declamação de versos e exposição de desenhos artísticos e
pinturas. Na última sexta-feira (18), às 18h, o evento contou com
a participação da trovadora caicoense e membro da Academia de
Trovas do Rio Grande do Norte, Mara Meline Garcia. A trovadora foi
vencedora de concursos locais, regionais e nacionais de trovas,
dentre os quais, o de Nova Friburgo/RJ, capital nacional da trova, de
Curitiba e Cantagalo/RJ.
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